Falar do futuro é sempre, e só, falar do presente. Expressarmos queixas e desejos. Seja. Da minha parte, desejo profundamente um Renascimento, a reinvenção de uma paideia que forme um homem novo, com possibilidade de atestarmos nele a virtude ética e a intelectual, também à luz do passado. Duvido que seja possível. A continuar como está, este século trará o fim dos renascimentos cíclicos.
PRÓXIMA SESSÃO: COMUNIDADE DE LEITORES
5 horas atrás
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